1970
Ignazio Giunti e Emerson Fittipaldi, Scuderia Ferrari SpA SEFAC e Gold Leaf Team Lotus
Ferrari 312B/002 e Lotus 72/5C, Ferrari 3.0 F12 e Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Firestone (ambos)
XLI Gran Premio d'Italia, Autodromo Nazionale Monza, Monza - Itália
(Clique para ampliar)

Ignazio Giunti e Emerson Fittipaldi, Scuderia Ferrari SpA SEFAC e Gold Leaf Team Lotus
Ferrari 312B/002 e Lotus 72/5C, Ferrari 3.0 F12 e Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Firestone (ambos)
XLI Gran Premio d'Italia, Autodromo Nazionale Monza, Monza - Itália
(Clique para ampliar)
Para Monza em 1970, a Lotus vinha com um conjunto muito especial para ratificar o título de pilotos de Rindt. Chapman traria uma evolução do Lotus 72 (a número 5) que tinha, entre outras coisas, um tanque de combustível mais forte e melhor refrigeração de freios.
A Lotus preparou incessantemente por noites a fio este carro para ficar apto a competir na Itália naquele domingo, só que deu tudo errado desde o início.
Na ida para Monza, o carro ficou preso em uma barreira fiscal e só chegou no autódromo sexta-feira à tarde. Quem ficou com a incumbência de andar no carro pela primeira vez era o novato – e 3º piloto do time -, Emerson Fittipaldi.
Não muito acostumado com o Lotus 72 – que era cerca de 15 km/h mais rápido que o Lotus 49, no qual estava mais adaptado –, Emerson errou a freada da curva parabólica e acertou em cheio a roda traseira esquerda do também terceiro piloto – da Ferrari –, Ignazio Giunti.
Fittipaldi decolou e foi parar nas árvores do lado de fora da pista. Ele estava bem, entretanto, o novíssimo carro estava destruído e não apto a disputar a corrida.
Rindt então teve que disputar o treino classificatório no carro que seria de Emerson, o 72/2 (enquanto Miles andava no 72/3 e Graham Hill, da Rob Walker, no reconstruído 72/1, que fora renomeado para 72/4).
O resto da história, muitos conhecem…
Ps. Foto cedida do incrível acervo de Alejandro Albertin e retocada no Photoshop (faltava um pedaço da imagem) por mim.
